quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sorriso escarlate

O sorriso escarlate instiga Ora o tácito Ora o explícito. Ao negar o ar, Descompassa-me e ah!, Taquicardia!, uma saída Uma entrada alhures À incongruência cognitiva Que se parar no ar, Faz-se como chiclete ao beija-flor!
Ao tragar o ar, Não duvida-me, por favor, Do peso e da luz De um surgir que, se embrião, (E se palpável também) Pede paciência E que sorria escarlate novamente

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