É o ciclo
Novamente estamos na merda
A ofensiva deles
Nos atinge
Como uma lança
Na caça
Um arame no gado
Retrato da queda de Leningrado
Hei de investir
Hei de me focar
Hei de criar
Hei de continuar
Hei de me declarar
O amor mais puro
Atinge as veias revolucionárias
A realização de um sonho
Se torna palpável cada vez mais
Estando na reconstrução,
A criação da organização
Se dá em pé de batalha
Urrando por mais ouvintes,
Menos cegos e mais adeptos
Miséria
Desemprego
Falta de paz
E desespero
Lutemos por um nunca mais!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
As inspirações
Penso,
Logo arrepio
Sinto o cantarolar
Festejar
Sorrir
O despertar de uma ideia
Uma ficção qualquer
Que percorre minha estrutura espiritual
Inventando até
Que possa surgir um romance
Devaneado em narrativas carnavalescas
O samba rola
O volume sobe
E a bebida desce
Saltitante e feliz pelas veias,
A fertilidade se instaura nos dedos.
O digitar do imaginar
Ofusca o clarão da racionalidade
De pensar que não me dá colher de chá
E insisto em seguir
Não realmente o que quero
Talvez nem o que devo
Mas sim o aroma do instinto
Com os olhos vendados
Me guio por rédeas
Tentando confiar
No gado que me conduz
Inerente à necessidade humana,
O desespero não se esquece de mim,
Me forçando a arquitetar
Todo um aparato por ela
E assim,
Tão solenemente,
Sigo um doloro processo
Memorizar para não esquecê-la
Correr para não perdê-la
Ignorar a fome para não deixar escapá-la
Não se negligencia tal chance,
A de registrar uma mensagem
Tão simples quanto um sorriso
E tão necessária quanto um beijo
Logo arrepio
Sinto o cantarolar
Festejar
Sorrir
O despertar de uma ideia
Uma ficção qualquer
Que percorre minha estrutura espiritual
Inventando até
Que possa surgir um romance
Devaneado em narrativas carnavalescas
O samba rola
O volume sobe
E a bebida desce
Saltitante e feliz pelas veias,
A fertilidade se instaura nos dedos.
O digitar do imaginar
Ofusca o clarão da racionalidade
De pensar que não me dá colher de chá
E insisto em seguir
Não realmente o que quero
Talvez nem o que devo
Mas sim o aroma do instinto
Com os olhos vendados
Me guio por rédeas
Tentando confiar
No gado que me conduz
Inerente à necessidade humana,
O desespero não se esquece de mim,
Me forçando a arquitetar
Todo um aparato por ela
E assim,
Tão solenemente,
Sigo um doloro processo
Memorizar para não esquecê-la
Correr para não perdê-la
Ignorar a fome para não deixar escapá-la
Não se negligencia tal chance,
A de registrar uma mensagem
Tão simples quanto um sorriso
E tão necessária quanto um beijo
Assinar:
Comentários (Atom)