domingo, 4 de dezembro de 2011

R.I.P. Sócrates M.D

"A sociedade consome álcool desde sempre, talvez seja o estimulante mais antigo que exista. Algumas consomem mais, faz parte do cotidiano, algumas com menor incidência, por religiosidade, ou por outros motivos. Ele (álcool) faz parte integrante da sociedade. Não tenho ideia, com relação à economia, quanto uma cidade como São Paulo tem de botecos. [...] Quase todo mundo consome álcool de alguma forma. Ontem ouvi uma frase: antigamente as meninas cozinhavam como as mães, atualmente bebem como os pais. É o estimulante mais barato que tem”.

E morreu de choque séptico, em função... do estado de saúde já debilitado, por causa do alcoolismo. 


domingo, 20 de novembro de 2011

Palavras

Ah, as palavras. Que tanto uso neste blog, para fazer provas e para falar com ela. 

Tenho um fascínio pela arte de escrever, não necessariamente por determinadas obras. Vê-se este vídeo abaixo. O jogo de palavras que só um poeta, um rapper tem. A habilidade com que as manuseiam. Quero deixar claro que não fumo. Meu foco aqui não é o cigarro, mas sim como uma palavra tornou-se num poema, numa música.

André Ramiro no Rimanessência

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pink Floyd - Shine on you crazy diamond

Certas músicas me fazem desejar uma cerva. Outras me fazem ter que contrabalançar lágrimas e risos. Mais algumas me enervam quando doidão. Pink Floyd fode com o esquema todo.

domingo, 23 de outubro de 2011

Falou tudo

Mlk Black Alien, falando da cena brasileira do rap. Passou toda a mensagem! Sem mais. Trecho do filme L.A.P.A.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O silêncio - parte 1

Deitado, escuto o silêncio. Até certa hora, aprecio. Logo, pego-me pensando em você e fico furioso pela sua ausência do meu lado. Sou assim, uma coisa acarreta a outra: fico bolado por ter acabado a música. Não sei o motivo, está a recomeçar a dois cliques e três segundos de distância. Confesso, estou apaixonado por duas garotas: uma é a minha. A outra é a de Ipanema...


Oito membros

O objetivo é a combustão. É o que nos mantém aceso, ligado, conectado, com saudades. Gira a chave. Ouve-se o ronco do motor. O carro bebe. E muita gasolina. E a fonte não termina. Com sede, é insaciável. A luz que pratica e ilumina a combustão, respira. Sempre mais e mais. Como se o poder do sol estivesse na palma de minha mão, mas não conseguisse domá-lo. Um bebê que pode andar e quer andar com o carro, mas que chora e bate o pé, porque quer que alguém que o ame o reconforte. 



terça-feira, 11 de outubro de 2011

Eternamente grato

Sinatra, porra, obrigado. Jobim. Vinícius. Armstrong. Outros... Obrigado por tudo mesmo, de coração. Agradeço todo dia. Sou de outra época, nunca vi um show ao vivo, mas, caralho, valeu. Minhas noites inacabáveis, meu devaneios, meus surtos de amor platônico.

Inteligência delas

Não sei o porquê (claro que sei. Devo parar com a falsa modéstia), mas me identifiquei profundamente.
De Luiz Fernando Veríssimo:

"Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.

Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.

Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.

O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!"

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O 11 de Setembro e o 11 de Janeiro

 
 
Há 10 anos quase 3000 pessoas morreram nos ataques de 11 de setembro, é só isso que se vê na TV e jornais agora, na véspera dos atentados, como se fosse motivo pra comemorar... ou quem sabe promover um luto tardio, quando queremos é esquecer esta tragédia bárbara e a guerra estúpida que gerou.

Há muito menos tempo, 8 meses atrás, os deslizamentos na Serra do Mar do estado do Rio de Janeiro, mataram em torno de 1000 pessoas. Foi um desatre natural e não um ataque terrorista. Terrorismo é o que passam as famílias desabrigadas e os que são obrigados a viver em áreas de risco, sabendo que as chuvas voltam e que a tragédia pode se repetir a qualquer momento.

Com trabalho e recursos próprios, muitas pessoas reconstruiram casas que foram destruídas na enchente, no mesmo local, sem serem impedidas ou conscientizadas de que o risco ainda existe e que a experiência mostra que inundações e deslizamentos vão acontecer novamente. Segundo estudos publicados ainda no início do ano pelo DRM-RJ com a colaboração de geólogos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, UFRJ e PUC-Rio, as chuvas que a deflagraram a catástrofe não foram excepcionais. Já ocorreram desastres semelhantes em 1978, 1979 e 2002 como decorrência de trombas d'água. Um aspecto marcante das chuvas que atingiram a serra em janeiro foi a intensidade em um período de 15 minutos, segundo o estudo.

A intervenção do homem no solo não foi descartada como um dos fatores da tragédia. No entanto, o estudo diz que a maior parte dos deslizamentos ocorreria de qualquer forma, evidenciados pela ocorrência de escorregamentos em diversos pontos de áreas naturais, não tocadas pelo homem. Nos desastres de 1978 e 1979, havia menos pessoas vivendo na serra e por isso o número de mortos na época foi menor que agora.

Diante da iminência de novos deslizamentos, os geólogos são contundentes ao afirmar que a única solução possível para evitar mortes e danos é a prevenção. "Temos uma sequência de estudos que permitem antecipar a ocorrência disso tudo. O problema é que estamos muito atrasados numa cultura de prevenção". Entretanto muito foi prometido e pouco foi feito.
As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio nos dias 11 e 12 de janeiro provocaram enchentes e inúmeros deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 300 mm em 24 horas na região.
Abaixo veja algumas imagens da época, das promessas, o antes e o depois. Como curiosidade também um antes e depois da região japonesa atingida pelo terremoto, de magnitude 8,9, em março passado. Ai é de nos perguntarmos, será que o Brasil anda mesmo essa maravilha toda que a mídia e o governo querem nos vender? E as promessas, ficam apenas nas promessas mesmo? E o 11 de setembro, o que nós brasileiros temos a ver com isto, 10 anos depois, não será mera distração?

Como bem a TV sabe, imagens falam mais que palavras, o texto apenas dá apoio à imagem, então vejam as imagens abaixo - que recebi hoje por e-mail e estou repassando - e tirem suas própria conclusões...

"Seis meses de esperanças levadas pelas águas da corrupção"






Quanto ao terremoto no Japão...




Poesia

"Não existe meio certo, nem meia verdade
Nem mais ou menos, nem meia liberdade
Quando o tema é vida, meio termo não existe
Ou se é feliz, ou se é 100% triste
Os MC nem sabe mais, se pede um drink ou pede paz
Se aqui é Disney ou Alcatraz, se nós é Rouge ou Racionais
Se as mina é puta, ou algo mais
Se a cota é luta, ou tanto faz
[...]

E a cultura de favela, canto enquanto penso nela
Vendo vários ganhando a vida, e vários perdendo ela
Pensando em fama, status, damas, contratos
Sonhos pequenos demais pra mim, vamos voltar aos fatos
É estranho 2009, o inverno é quente, no verão chove
A fumaça engole a luz do sol, enquanto a terra se move
LCD, Kalishnikov, iPod, coquetel molotov
Mulher Melancia, Barishnikov, milhões de sabores...Prove!"

domingo, 11 de setembro de 2011

Daquilo que se reclama


Porque a gente reclama. Reclama de tudo. Se está quente, se está frio, se chove se faz sol.

Daí que a gente reclama quando ninguém nos procura e reclamamos se o celular não pára de reclamar. Reclama da falta de tempo, de vida além do trabalho. Daí reclama de quando tem que escolher entre um monte de coisas pra fazer.

E o pior de tudo é que tem gente que não assume ser assim. Aponta o dedo pros outros, mas esquece de ver o quanto reclama também.

Pois é.

Não, não é Berlim


Helen Levitt, NY 1945

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Baque

Eis uma interessante teoria: desde o fim da ditadura militar e da diminuição do conservadorismo, o número de pais separados cresceu absurdamente. Na época da repressão, ter seus pais com relações matrimoniais cortadas era digno de segregação, ainda que branda.

Durante décadas, o Brasil, no futebol, superou a falta de infra-estrutura com a exploração de potenciais e a ideia do treinamento. 

Nas décadas de 70, (especialmente) 80 e 90, o grande programa entre filho(s) e pai de domingo era a organização das peladas civilizadas, idas aos Maracanãs e Pacaembus. Havia o prazer no esporte, a fascinação, a admiração, a curtição. As figurinhas, as zoações do dia de segunda... Enfim, o pai era símbolo do filho. O algo a se espelhar no papai vinha através da pelota.

Por consequência, a atividade diurna do dia do descanso foi tornando-se mais escassa. De forma comum, com a separação conjugal, as crianças ficavam com a mãe. O afastamento dos pais vem levando uma geração de filhos a terem cada vez menos o futebol com hobby. Por fim, não houve o desenvolvimento do dom, do talento.

Os engenheiros, professores, arquitetos, pesquisadores e lutadores de MMA "tira(ra)m" qualidade de uma safra de jogadores, como ocorreria, dentro da medida em que houve o BUM ecônomico brasileiro. Os interesses brotaram para todos os lados.

Quem sabe, em termos (restritamente) futebolísticos, a camada conservadora que abrangia o poder, não era benéfica?

Já fui macaco, confesso

UH-UH, AH-AH

Penso, olho
Abaixo, localizo
A fruta, avassalo.

UH-UH, AH-AH

Penso, olho
Abaixo, localizo
Papai enjaulado, me entristeço.

UH-UH, AH-AH

Penso, olho
Abaixo, localizo, me indigno
Com o pomar, não mais me sacio.

UH-UH, AH-AH

Penso, olho, imagino
Abaixo, localizo
A cada galho, fico pasmo
Contudo, não confundo o meu passo.

UH-UH, AH-AH

Penso, olho, identifico.
Abaixo, localizo a armadilha
Que não me parece nociva
Mas fico na defensiva
Logo, me vejo na ativa
E lhe atropelo como uma locomotiva
O efeito?
Não tão devagar como a da Cannabis Sativa.

UH-UH, AH-AH

Confesso, já fui menos esperto.
Confesso, já fui mais disperso.
Confesso, já fui um zé-roela, um prego.
Confesso, já fui menos humano.
Confesso, já fui macaco.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mas, diga-me what da fuck?

Encontro-me deitado na cama - preferia uma rede, aquela brisa cairia bem, mas enfim - naquele pós-almoço na intenção de tirar um ronco, de fato. Como de conhecimento popular, este é o tipo do momento em que a sua cabeça vai a mil, pensando em tudo quanto é coisa, desde a indumentária da Alessandra Ambrósio na Rio Fashion Week à preocupação com qual das flatulências, causadas pelo moleque feijão, geram mais odor. 

Dentre idas e vindas, um assunto está à tona, sem o menor indício de explicação: empregadas, e as que foram presentes desde que me tenho como pessoa. Não lembro de todas, mas de muitas. 

Vejamos: tal uma trabalhava na casa de minha vó. Não tenho muitas lembranças desta, apenas guardo comigo a certeza que uma ocasião levou seu filho (que não possuía o conhecimento do falar de palavra alguma) ao serviço e certa hora, a do pagamento, a criança soube dizer "din din!!".

Hum, teve a Joana, essa é clássica, do roubo de dinheiro.

Lembro da que sempre fazia um migué para não ir trabalhar. Saí foi manjada rapidamente.

Outra era abusada ao extremo, via TV na sala na hora de passar roupas e no seu almoço. Cara de pau do caralho! Mamãe, do jeito que é, filha de vovó, logo esquentou a cabeça com a humanóide e tchau pra ela.

Engraçado, encontrar um estereótipo com nome para alguns projetos de seres humanos que encontramos sociedade afora.

É, Papai do Céu, suncê em meados de seus desígnios errou na mão e fez essa aqui: meu brother biológico tinha algum problema bad nos ossos e, logo num momento não tão bom economicamente pra mãe, necessitava de um certo tipo de leite - caro - que era rico em alguma parada doida, de repente cálcio. Consequentemente, ficou a advertência para não haver o usufruto da substância por parte da sequela lá. Isso eu moleque de cinco ou seis anos. Chega a coroa em casa, do trabalho, e tá o esboço de mulher tomando Nescau e pote do leite em pó em cima da mesa. Claro, rolou mó broncão. A reação da doméstica? "Mas que miséria hein?! Por causa de um leitezinho de merda!" e tacou pela pia o resto do leite e o que estava no pote, no lixo. Meu cumpade, e a vontade de voar no pescoço? Porra, passando mó perrengue pra pagar umas contas e sustentar a família, ainda ter que presenciar esta merda? Sorte que mamãe não era tããão vovó. Pensou na "ação e reação". Só falou: "Rua, querida".

Originalidade não faltou também àquela analfabeta. Lembro da temerosa sensação da possibilidade de ingerir Veja, como se fosse suco, na refeição. É NEGUIM, TEM UMAS QUE SÃO BRABAS!

E... o sono? Tio Morfeu tá chegando... Vamo que vamo e me abraça!

Mas diga-me, seu Eu-lírico, what the fuck was happenin' during these last  few minutes?

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Do 3 a 0 ao 5 a 4

To bolado. Pasmo.

Sensacional.

O jogo mais emocionante que já vi na minha vida.

Não sei palavras suficientes para descrever o quão bom foi este jogo.

Fla 5 x 4 Santos.

O Flamengo sempre foi o teste da farinha definitivo para aqueles que almejam alguma posição de relevo na pirâmide alimentar do futebol brasileiro. Pirâmide na qual vivemos eternamente no topo. Porque o Manto invencível hoje está mais forte do que ontem. O Santos tá na moda, mas o Flamengo é que é foda.

Jogam muito os meninos da Vila. Mas não esqueçam que futebol é jogo pra homem. Por isso sou sempre mais o Mengão em qualquer jurisdição.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

1.8

  • Pular de paraquedas.
  • Beber um barril de chopp sozinho
  • Correr pelado pela rua principal da cidade
  • Conseguir ler um livro INTEIRO do José de Alencar
  • Viajar planeta afora e sumir do mundo
  • Viajar planeta afora e sumir do mundo, passando necessariamente por Amsterdam, Londres, Las Vegas e Budapeste
  • Conseguir alguma melhora no sistema
  • Derrubar o sistema
  • Não se tornar escravo total do sistema
  • Ver o poente depois de uma festa em Fernando de Noronha
  • Chegar perto do nível de bondade e humildade do tio Mandela
  • Sorrir constantemente com coisas corriqueiras e banais
  • Conseguir beber sozinho ao menos a metade de uma garrafa de Absinto original
  • Mijar no Memorial JK
  • Mandar o Senado se fuder
  • Criar um clube da luta, como o de Tyler Durden
  • Seguir a filosofia de vida de Tyler Durden
  • Sair do computador para colocar as metas em prática

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Viemos aqui a fim de evoluir, não estamos a passeio. Contudo nada nos impede de passear um pouco, não?
Engraçado que às vezes o que é evidente a nós - um fato! -, não é pra as outras pessoas.

domingo, 5 de junho de 2011

Por que o Brasil tem medo do Irã?


O regime do Irã tem medo da defensora dos direitos humanos e Nobel da Paz Shirin Ebadi. E a administração de Dilma Rousseff, assim como a de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, tem medo de Mahmoud Ahmadinejad e do aiatolá Khamanei.

Nesta semana, com medo de Teerã, a presidente do Brasil cancelou encontro com a iraniana por problemas de agenda. A Nobel da Paz não teve a mesma sorte que a cantora colombiana-libanesa Shakira, que se reuniu com a líder brasileira.  A defensora dos direitos humanos, talvez antecipando este risco, disse, no passado, que “se Dilma defende os direitos humanos, ela me receberá”. Mas a presidente brasileira não defende os direitos humanos no caso iraniano.
Dilma prefere agradar a um regime que reprime as mulheres, minorias religiosas e opositores. Um regime que mata e tortura. Esta é a liderança que o Brasil parece querer propagar. A administração de Dilma, como a de Lula, quer ser amiga do regime iraniano.

A presidente ficou com medo de nota da embaixada do Irã em Brasília dizendo que “Shirin Ebadi, autointitulada ativista dos direitos humanos, está tentando enfraquecer a firme política do Brasil em relação ao programa nuclear iraniano. Ela provavelmente tentará se aproveitar da nova política de direitos humanos da presidente Dilma (…) e tentará convencer autoridades brasileiras a se distanciar do Irã.”

O que eu não entendo é a necessidade de puxar o saco de Teerã. O inverso deveria ocorrer. O Brasil é um gigante econômico, não o Irã. Nós não dependemos de nenhum produto iraniano. Não possuímos nenhum problema geopolítico. Não temos nenhum inimigo. Ninguém ameaça nos atacar. Mais grave, a aliança com o regime persa deteriorou as relações do Brasil com nações mais importantes economicamente para os brasileiros, como com os Estados Unidos.

Já o Irã está com a economia em crise. Precisa de investimentos econômicos brasileiros. Dois de seus vizinhos (Afeganistão e Iraque) estão em guerra civil. É inimigo de Israel, Arábia Saudita e Estados Unidos, para ficar apenas em três. Está ameaçado de sofrer ataques de americanos e de israelenses e apoio dos brasileiros para evitar estas ações é fundamental. A aliança com o Brasil também serviu para o regime de Teerã tentar exibir uma inexistente credibilidade em fóruns internacionais.

Caso Dilma se reunisse com Ebadi, o que poderia acontecer? O Irã iria romper relações com o Brasil? Iria dizer o que da presidente brasileira? Que ela é uma traidora por ter recebido uma Nobel da Paz e defensora dos direitos humanos e das mulheres? A presidente do Brasil ainda tem tempo de encontrar um horário na sua agenda. Caso contrário, será uma covarde.

No ano passado, entrevistei Shirin Ebadi e fiz a pergunta abaixo

Estado – Há também dezenas de mulheres presas no Irã. A sra. espera que a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, faça algo para ajudá-las?

Ebadi – Depois da revolução, uma série de leis discriminatórias contra as mulheres foram aprovadas no Irã. A vida de uma mulher equivale à metade da de um homem. Por exemplo, se um homem e uma mulher saem para a rua e são atacados, a indenização que a mulher receberá será o equivalente à metade da do homem. Na Justiça, o testemunho de duas mulheres equivalem ao de um homem. Um homem pode casar com quatro mulheres. E existem várias outras leis discriminatórias.

A presidente eleita do Brasil, como mulher, certamente não concorda com estas leis. E as mulheres iranianas tampouco as aceitam. Mas, quando elas protestam contra esta legislação, são detidas por terem agido contra a segurança nacional, segundo argumento do governo. As advogadas que as defendem também acabam nas prisões. Uma destas advogadas é minha colega Nasrin Soutodeh. Ela foi presa há dois meses. Está em uma solitária e sem poder ver os advogados. Não tem acesso a televisão, rádio ou jornais. Além disso, sofre com pressões físicas e psicológicas. Desde o domingo, está em greve de fome (continuava até o fechamento desta edição). Estamos preocupados com a vida dela.  Gostaria que a nova presidente do Brasil a ajudasse.

Todas as mulheres, sendo muçulmanas ou não, que viajem ao Irã, precisam cobrir a cabeça. É uma lei estranha, pois quem não é muçulmana não precisa usar o véu. Por favor, diga à sua presidente, em meu nome, para ela não se cobrir com o véu se for ao Irã. Não precisa ter medo da lei no Irã. Por ser presidente, possui imunidade diplomática. Alguém precisa mostrar ao governo do Irã que esta lei não é correta.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Top 20 Rap

Diferentemente do top 20 Rock, o do ritmo e poesia será feita baseada nos "clássicos", não necessariamente as melhores músicas estarão aqui, por ter poucas unanimidades. 

Lembrando que não fiz tipo qualquer de "pesquisa" no HD do computador, vasculhei apenas a mente.

Tá lá:

1. Common - I Used to Love Her
2. Public Enemy - Fight the Power
3. Tupac - Dear Mamma
4. Eric B & Rakim - Lyrics of Fury
5. Nas - The World Is Yours
6. Tupac - Only God Can Judge Me
7. Grandmaster Flash & The Furious 5 - The Message
8. Jay-Z - Dead Presidents II
9. Run-DMC & Aerosmith - Walk This Way
10. N.W.A. & The Posse - Panic Zone
11. N.W.A. - Straight Outta Compton
12. Eminem - Lose Yourself
13. Black Moon - I Got Cha Opin
14. The Sugarhill Gang - Rapper's Delight
15. Public Enemy & Anthrax - Bring the Noise
16. DMX - Fallin'
17. Kanye West - Jesus Walks
18. KRS-ONE - 9 Elements
19. Ready Z - Correct Education
20. Eminem - Stan

terça-feira, 31 de maio de 2011

Top 20 Rock

Na modesta (e leiga) opinião, vai o top 20 das músicas de rock.

1. The Rolling Stones - Satisfaction
2. Derek and The Dominos - Layla
3. Jimi Hendrix - Purple Haze
4. Pink Floyd - Comfortably Numb
5. Led Zeppelin - Rock And Roll
6. The Beatles - A Day In The Life
7. Bob Dylan - Like A Rolling Stone
8. Cream - White Room
9. The Who - Won't Get Fooled Again
10. Grateful Dead- Truckin'
11. John lennon - Imagine
12. Jefferson Airplane - White Rabbit
13. The Kinks - You Really Got Me
14. Eric Clapton - Cocaine
15. Bruce Springsteen - Born To Run
16. Deep Purple - Smoke On The Water
17. The Who - Baba O'Riley
18. Pink Floyd - Money
19. Free - All Right Now
20. Lynyrd Skynyrd - Freebird

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Blá blá blá blá

Se você acha que a sua vida é deprimente, tente um casamento financiado por milhões de pessoa que você nem conhece, treinamento robótico sobre o que se pode ou não fazer, três vestidos para caso algum vazasse na mídia... E o que mais ? Ah, sim, vivendo em um castelo, tendo sido influenciada pela mãe desde criança a um dia se casar com o próprio cara lá da realeza pra ter algum tipo de destaque. Mãe essa que até colocou-a na mesma escola do playboyzinho. 

Quer dizer, pensamento cavalão, tá ligado ? Straight ahead. Se algum dia achar a vida monótona e chata, pensar neles.

Não sei o porquê, mas to na onda de aversão aos playboys.


domingo, 10 de abril de 2011

Fudeu !!

Rio das Ostras. Palmital. Cu da merda. Sábado. 3h. 3h, não 15h. Chuviscando. Logo, chuvendo. Buraco. Sem caminho. Aparently, no way out. Mapa. Mapa? Onde? GPS. GPS? Onde? Para que lado fica a estrada? Lá. Lá? Cá. Cá? E o ponto da van? Logo ali. Ali onde, caralho?!



Resumindo: fuck, man.

sábado, 26 de março de 2011

Genial, como diria o outro

"Quando o principal órgão do moderno Homo sapiens, o bolso, fala mais alto, todas as outras vozes se calam. Sim, o bolso, e não o cérebro ou o coração ou o estômago ou até mesmo o pênis, mas o bolso, o velho e surrado bolso, cujo humor, dependendo de quão cheio ou vazio esteja, determina todo o resto."

Emerson Gonçalves, colunista do Globo.com

domingo, 13 de março de 2011

Já estava na hora !

Finalmente ouvi um pronúncio que, pelo menos, criticasse o "rock" que certas bandas pensam estar fazendo.

O músico e agora apresentador Lobão, gerou polêmica (aparentemente injustificável, por ter apenas falado a realidade) ao criticar os ídolos da 'nova geração' durante o programa de rádio Pânico, transmitido pela Rádio Jovem Pan. 

O programa foi ao ar na semana passada e fico triste por ter apenas ouvido hoje suas declarações. Segue em baixo o vídeo:


sábado, 12 de março de 2011

L.A.P.A.

Ótimo documentário de Emílio Domingos e Caví Borges. Retrata não apenas o bairro, mas também as raízes da música de periferia. Vale a pena conferir.


Download ao clicar aqui.

Marmelada visível

Mais um desfile de Carnaval se foi e pudemos perceber o quão influente a Beija-Flor pode ser. Seu presidente, Farid Abrahão David, e seu irmão e presidente de honra, Anísio, são dois dos "chefões" do jogo do bicho. Já diz alguma coisa? Não?

Desde quase sempre a Agremiação de Nilópolis tem  as fantasias mais caras e luxousas, os carros alegóricos muito bem feitos, sem falar no suborno. De anos pra cá uma escola sem ser a Beija-Flor ganhou o título apenas quando destoasse, em termos positivos, das outras. Visto Unidos da Tijuca e Salgueiro nos últimos dois anos e Vila Isabel em 2006.

Vide em Alegorias e Adereços, apenas notas 10, tamanha grana que estão montados em cima. Fora o marketing e o caralho a 4, tendo a Escola campeã.

Além do poderio aquisitivo para ''financiar" o desfile, a compra de votos dos jurados é visível. Este ano, no quesito Bateria a Estação Primeira de Mangueira, recebeu nas duas primeiras notas 9,9 e nas duas seguintes 10. E a última nota? 9. No quesito Harmonia,  com a mesma escola, as quatro primeiras notas foram 10, e a última, 9,6. Acabou não influindo no resultado, mas houve disparidade enorme. Te soa estranho?

Este ano, acabei não vendo todo o desfile, mas meu irmão viu, ouvi dele, de amigos e comentaristas - no período pré-apuração - que a Beija-Flor estaria em um patamar (ainda que não tanto) inferior à outras agremiações. Quer dizer, se houver alguma igualdade entre 2, 3, 4 ou 5 escolas - incluso à Beija-Flor - sabemos que irá ganhar.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Pague para entrar e reze para sair - Unidos da Tijuca





Paulo Barros é sem dúvidas o carnavalesco mais inovador,  Paulo usa diversar referencias do mundo pop, de Thriller à Harry Potter, mostrando como Paulo está antenado com seu tempo.
Suas alegorias sempre bem coreografadas e cheia de detalhes fizeram sucesso com o público, podemos destacar o carro do Indiana Jones, Harry Potter, Transformes e Avatar , sempre com muita surpresas e detalhes, vejam as fotos:








Apesar de diversas críticas por causa de seu desfile ser muito coreografado, Paulo Barros está mostrando ao mundo seu estilo de fazer carnaval, estilo esse que encanta a todos.

Paulo Barros está em seu ápice e deve manter o pé no chão , pois ele não pode deixar o sucesso atrapalhar seu processo criativo, ele fez muito pelo carnaval , mas esperamos mais no próximo ano.

domingo, 6 de março de 2011

Drink, dedicado ao Thales

Uma dica de drink: a nada famosa Banana Colada.
Na receita, drink para dois.

Igredientes: 100 ml de suco de côco, 100ml de suco de Abacaxi, meia banana picada, 100 ml Bailey's, Aguardente e gelo picado.

Primeiramente, bater os sucos de côco e o de abacaxi e a banana no liquidificador. Colocar o Bailey's na mistura, uma gota de aguardente (costumo usar Caninha da Roça) e o gelo picado.
Carnavalzim mais insosso. Só chuva...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Do Brasil à Líbia – A importância de Bin Laden nos levantes árabes é igual à de Guevara nas Diretas Já

Texto excelente, do Gustavo Chacra.

O líder da Líbia Muamar Kadafi disse que Osama Bin Laden drogou os jovens líbios para que eles levassem adiante as manifestações opositoras que podem encerrar uma ditadura de mais de quatro décadas. Bobagem. Não apenas as drogas, como todo o mundo deve ter percebido. Mas a influência do terrorista da Al Qaeda.

A importância de Bin Laden para os levantes na Tunísia, Egito e Líbia é a mesma de Che Guevara para o fim dos regimes militares no Brasil e na Argentina nos anos 1980 – zero. Verdade, o saudita provavelmente ainda está vivo em algum lugar na fronteira do Afeganistão com o Paquistão, enquanto o ex-jogador de rugby argentino já havia sido morto nas selvas bolivianas. Mas ambos teriam impacto como símbolos de um ideal.

O de Che Guevara era a instalação de regimes comunistas nos moldes cubanos ao redor da América Latina e de outras partes do mundo. Bin Laden varia entre uma guerra contra a liberdade ocidental e a instalação de um califado medieval próximo ao que existiu no Afeganistão do Taleban nos anos 1990.

Em 1982, depois da Guerra das Malvinas/Falklands, e em 1984, na campanha pelas Diretas Já, argentinos e brasileiros queriam apenas o fim dos regimes militares. A não ser por algumas exceções, ninguém defendia um governo comunista em Brasília ou Buenos Aires.

O mesmo vale hoje para o mundo árabe. Os manifestantes nas ruas não querem uma revolução islâmica. Defendem apenas liberdade e o fim de autocratas tirânicos como Hosni Mubarak, Ben Ali e Kadafi. Há quem queira um viés mais conservador em questões religiosas, como a Irmandade Muçulmana. Mas mesmo estes não querem um regime islâmico.

No fim, poderá haver regimes como o de Raul Alfonsín, que veio da oposição da União Cívica Radical. Ou ex-membros do regime que como cameleões conseguem se adaptar aos novos tempos, como José Sarney. Por sinal, entre idas e vindas, há mais tempo no poder do que qualquer líder árabe. Inacreditável, mas isso ocorre no democrático Brasil.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

"Acordei animadão nesse domingo. Já era de se esperar, porque sou Flamengo e fui dormir depois de rir muito com o Flor cumprindo à risca seu papel de otário mor do carioqueta, peidando mais uma vez na farofa." - Arthur Muhlenberg

Hahaha , 'genial' , como diria o outro.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Why the world needs Wikilieaks ?

Ótimo vídeo! O site TED'S faz entrevista com um dos fundadores do site WikiLeaks e também editor-chefe, Julian Assange. Há algum tempo esquece-se do que é realmente ser jornalista e este site controverso nos dá uma pequena palhinha.

#Se não souber inglês, ou sentir o sotaque do australiano – coisas perfeitamente normais – veja com legendas aqui.

Say no to racism !

Think racism is already gone ? Think again.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Blá blá

Agora há pouco entrei de bobeira no painel do Blogger e vi um post recém feito pelo Felipe em que cita e opina em relação à comparação feita pelo documentário da BBC de Londres, entre Cidadão Kane e Roberto Marinho, em termos à monopolização dos meios de comunicação do Brasil. Iria fazer um comentário e como acabou ficando grande demais, resolvi postar aqui.

Bem, é a realidade. Principalmente a população mais "desfavorecida" - a massa, o real povo - que adora ouvir fofocas, barracos, ver mulheres gostosas de biquíni, etc ... Percebe-se que também me refiro ao Big Brother.

I mean, vivenciamos um evidente "Apartheid multirracial" disfarçado em pleno século XXI, algo completamente absurdo, visto que a criança que nasce em uma "família de menor investimento" em relação aos que manipulam nossa sociedade através da mídia, assiste aos programas destes, crescendo com este tipo de influência. Sinceramente, acho que está na hora lá do pessoa da consciência negra (e até mesmo da branca) e dos direitos humanos fazer algo e parar de dar cestas básicas à estas pessoas e lhes dêem uma verdadeira chance de ser alguém na vida. Não de mão beijada, mas fazer com que elas tenham a consciência que estão - infinitamente - atrás dos brancos azedos que estudam no Santo Agostinho ou no GayLussac, e que pra ter algum tipo de chance contra estes caras, seja em vestibular ou em até mesmo mercado de trabalho, o trabalho é árduo e a dificuldade, o triplo.

Visto isso, o índice de analfabetização teria uma enorme queda e não teríamos uma discrepância tão grande em termos sociais. Menos pessoas viveriam em miséria e, quem sabe, o Brasil estaria encaminhando-se ao G-7, G-8, os caralho à 4 ... Seria, em tese, a idealização de uma parte do processo da transformação de um país a um outro patamar, os das nações de Primeiro Mundo.

Para finalizar, não digo que seja apenas o BBB que monopolize este tipo de influência, mas a mídia em si, como um todo, que quer apenas vender uma imagem, um produto ou algo do tipo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O tempo

Sei lá cara. Às vezes tenho vontade de me perder, "acidentalmente", e ficar preso numa ilha, isolado, durante um tempo. Dar uma de Robinson Crusoé, tá ligado ? Mas não por muito tempo também, né?, vamos combinar que não sou nenhum Dalai Lama.

Sei lá cara. Colocar uma venda nos olhos, dar um 'foda-se' no presente, e refletir. Sem ter barulho de carros, de telefone, de mensagem do Messenger, da minha mãe me acordando pra ir à escola, ou qualquer outra coisa do gênero.

Acho que bastariam dois dias. Numa ilha a là Tom Hanks, tomando água de côco, com a minha Wilson e ouvindo o barulho (ou será o silêncio?) das ondas.

Sei lá cara. Call me crazy.

O Rio

A Cidade Maravilhosa. Será mesmo?
Anyway,
Rio de Janeiro, capital do Rio de Janeiro.
Entre assaltos e belezas, a minha paixão nasce.


Vejamos:

O Leblon é desfile, piso branco, é primavera.
O bairro é virgem, sóbrio, dorme e acorda cedo. É um bairro que vai à escola, leva merendeira e não sua no pátio.
Eu, que sou Copacabana, nem me importo, vou lá, fantasiado, e depois volto para vestir preto e jantar em casa.
Casa minha, Laranjeiras, meu berço, onde nasci e cresci.
Em fevereiro temos um puta Carnaval, com as mulheres mais bonitas.
Não podia esquecer, tem a Gávea, sede do Mengão, maior e melhor do Mundo.
A Barra, que é uma ilusão do que é a pior parte do Rio.
Tem-se a Lapa. A parte mais boêmia da cidade. Vários bagulhos crazy.
Fora os pontos turísticos aqui e acolá.


Somos apenas felizes idealizando a felicidade. O resto do tempo desperdiçamos vivendo, ou existindo, como quiser.
De preferência no Rio de Janeiro, óbvio.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Blá

Não sei o porquê, mas adoro ler blog de garotas.
Principalmente aqueles em que grande parte dos posts está direcionada àquela história de "Nós mulheres somos foda!Não broxamos. Não ficamos carecas.Temos um dia internacional. [...], etc." ou nos que tem fotos de pessoas totalmente desconhecidas, com o pôr-do-sol ao fundo, dizendo que "haja o que houver, meu coração sempre baterá por você" e adjacências. Além de citações de canções, livros e filmes de romance. Sempre em um tom bem lírico, lógico.

Anyway, falei disso porque me pergunto se fazem o blog como 'cartão de visitas" - colocando um link no orkut, outro no msn e mais algum no facebook - em que há mais inverdades do que qualquer outra coisa. De que idealizam uma personagem, digitam-a e fazem de tudo pros outros terem uma impressão que é totalmente diferente da que temem enxergar. OU, se são aquilo, tudinho mesmo, que está escrito ali.

Dei voltas e mais voltas - e deixei o post até um pouco confuso - para apenas dizer que normalmente, é dificílimo de dizer se a primeira impressão - e também as próximas impressões - dizem-nos quem é quem. Portanto, fico até um pouco chateado quando me dizem que sou fechado. Sinto que a frieza é para poucos e que alguns pensam que este "dom", "habilidade", "fraqueza - chame do que quiser - me torna uma pessoa com poucos sentimentos. Durante anos de diversas experiências, algumas agradáveis, outras nem tanto, em relação à demonstração dos meus sentimentos, aprendi a canalizar minhas ideias e filtrar o que sai de mim. Não é que eu seja frio ou indiferente, é que as vezes não é necessário demonstrar todos os sentimentos para pessoas que não os entende.