O sorriso escarlate instiga
Ora o tácito
Ora o explícito.
Ao negar o ar,
Descompassa-me e ah!,
Taquicardia!, uma saída
Uma entrada alhures
À incongruência cognitiva
Que se parar no ar,
Faz-se como chiclete ao beija-flor!
Ao tragar o ar,
Não duvida-me, por favor,
Do peso e da luz
De um surgir que, se embrião,
(E se palpável também)
Pede paciência
E que sorria escarlate novamente