segunda-feira, 7 de abril de 2014

Após designado à divagação
Primeiro duvidei
Me atendo ao conteúdo e à forma,
Até aí, ok,
mas esquecendo-me do meu principal inimigo:
A preguiça
A sequela
Pontos emblemáticos do não-planejar

Não em vão me locomovo,
mas quase sempre com a certeza no coração
De estar afastado ainda
Do razoável de meu modus operandi

Não bastando o cochilo viário, há
o cansaço e a tristeza na sobrancelha da barca
A lombriga no estômago
Os 140 caracteres
O último poema.
Há ainda um olhar distinto
transbordando naturalidade e indignação
Não somente pelo ambiente:
Também à imensidão de sua existência
Que vai
E vai
E vai
Me empurrando pra fantasia
Conforme cada vez mais cotovelam,
Empurram e desequilibram,
Fazendo perdê-lo de vista
Prá um mar de corpos

Nenhum comentário:

Postar um comentário