Estética ou linguística,
Falada ou silenciada
Procurar algo que estremeça o outro:
Haverá de ser a pedra angular pro libertar
Pra que esteja em constante troca,
Sem buscar em pessoa ou droga
O iluminar intangível e, portanto, longínquo por natureza
E intrínseco por informalidade
Como não poder identificar grandes caminhos
Cotidiana e eurecamente,
Que se deposite no tempo a chave da plenitude
Ao contraponto de vícios já batidos.
Entretanto,
Em reflexão mais profunda sobre o tempo
Facilmente hei de me perder
Em lamúrias, recalques, orgasmos e tragadas
Admirando a dimensão inacabada,
Fulgurando imensidão poética
Inacabando-se em teimosia.
Se silenciados,
Meus gritos de ajuda passarão despercebidos
Não tendo sido ouvida
Uma importante testemunha do meu eu:
Eu.
Ora por negligência alheia
Ora por minha inabilidade comunicativa,
Demonstrando um aborto mecânico
De um ponto que se trai
Olha que falta faz a dialética:
Como esquecer da vida de reinventar
Arquitetemos surpresas
(Re) Lembrando o que ter como foco principal
Nas interações consecutivas,
Permissivas variavelmente, claro,
Definitiva, não.
Chegando ao que é óbvio
Não se dialoga ao não se preparar
Pruma enxurrada de novas conjunturas.
Não posso negar que algo me paira:
Qual o melhor alicerce e método
Para a enfim desejada produção em quantidade e qualidade,
Jamais esquecendo do que aqui me une:
Relíquias de traços humanos
E percepções menos artificiais
Por isso não me tire meu mover
Não me tire meu amor
Não me tire o meu linguajar!
Falada ou silenciada
Procurar algo que estremeça o outro:
Haverá de ser a pedra angular pro libertar
Pra que esteja em constante troca,
Sem buscar em pessoa ou droga
O iluminar intangível e, portanto, longínquo por natureza
E intrínseco por informalidade
Como não poder identificar grandes caminhos
Cotidiana e eurecamente,
Que se deposite no tempo a chave da plenitude
Ao contraponto de vícios já batidos.
Entretanto,
Em reflexão mais profunda sobre o tempo
Facilmente hei de me perder
Em lamúrias, recalques, orgasmos e tragadas
Admirando a dimensão inacabada,
Fulgurando imensidão poética
Inacabando-se em teimosia.
Se silenciados,
Meus gritos de ajuda passarão despercebidos
Não tendo sido ouvida
Uma importante testemunha do meu eu:
Eu.
Ora por negligência alheia
Ora por minha inabilidade comunicativa,
Demonstrando um aborto mecânico
De um ponto que se trai
Olha que falta faz a dialética:
Como esquecer da vida de reinventar
Arquitetemos surpresas
(Re) Lembrando o que ter como foco principal
Nas interações consecutivas,
Permissivas variavelmente, claro,
Definitiva, não.
Chegando ao que é óbvio
Não se dialoga ao não se preparar
Pruma enxurrada de novas conjunturas.
Não posso negar que algo me paira:
Qual o melhor alicerce e método
Para a enfim desejada produção em quantidade e qualidade,
Jamais esquecendo do que aqui me une:
Relíquias de traços humanos
E percepções menos artificiais
Por isso não me tire meu mover
Não me tire meu amor
Não me tire o meu linguajar!
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