Só de pensar em seus olhos
Começo a cair,
Me despedaçar por seus versos.
Falta o ar nos pulmões
Falta o grafite na ponta do lápis
Mesmo gago,
Começo a escrever por linhas tortas
Por aí vou sem rumo nem prumo
E fico a observar seus dedos sensíveis.
Os nervosos saem à tinta
Pintando aos grandes mestres
Compondo um infinito intragável
Suas ondas me fazem ter alucinações
Encontram um pequeno refúgio de liberdade.
Mas qual é este marolar?
Tangível e intangível,
Jamais confunda!
Sempre será nosso:
Somos todos uns dos outros,
Uma dádiva constante
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